sexta-feira, 30 de abril de 2010

mais chá ?



"Agora, vejamos as provas, disse o Rei, e então veremos a sentença. Não! Disse a Rainha, primeiro a sentença, depois a prova! Que bobagem! Gritou Alice, tão alto que todo mundo se sobressaltou, que idéia querer a sentença primeiro..."

Assim, Marshall McLuhan ilustra a afirmação de que "todos os meios são prolongamento de alguma faculdade humana psíquica ou física: a roda é um prolongamento do pé, o livro é um prolongamento do olho, a roupa é um prolongamento da pele, os circuitos elétricos, um prolongamento do sistema nervoso central. O prolongamento de qualquer de nossos sentidos altera nossa maneira de pensar e de agir o modo de perceber o mundo. Quando essas relações se alteram, os homens mudam".



Sobre Lewis Carrol

Lewis Carrol era o pseudônimo do escritor, fotógrafo, matemático, professor e reverendo Charles Lutwidge Dodgston (Daresbury, Inlgaterra, 1832-1898). Era ligeiramente gago e terrivelmente tímido, só se vestia de preto e só escrevia com tinta roxa. Nunca se casou e só saiu uma vez fora da Inglaterra. Adorava escrever, inclusive, cartas. Nos últimos trinta e sete anos de vida, juntou e numerou 98.721 cartas entre as enviadas e as recebidas, todas repletas de enigmas.

Escreveu em 1865, a estória de Alice, capaz de fazer mudar o comportamento das pessoas ou, pelo menos, de provocar a reflexão.



Gosta de chá ?
Vamos mudar mudar mudar de lugar.
Você quer um pouco de chá ?

quarta-feira, 28 de abril de 2010

O SEGREDO DOS SEUS OLHOS


Filme argentino que ganhou o Oscar de Filme Estrangeiro este ano. Diz meu professor de fotografia que este filme foi baseado numa fotografia e no livro do Eduardo Sacheri, e é muito bem indicado por todos que assistiram. Com direção de Juan José Campanella.

Despertou demais minha curiosidade !

terça-feira, 27 de abril de 2010

ALICEMANIA - "Maravilhas" de Alice já tomam as vitrines

Tenho lido tanta coisa sobre o novo "Alice no país das maravilhas", que estou ansiosa para conferir pessoalmente o filme, em 3D, mas como esta semana é de provas e trabalhos (e estou desesperada com isso), só poderei deleitar-me e formar minha própria opinião semana que vem.

Por enquanto vamos vendo o que tenho lido por aí...
No site da Veja, Milene Chaves escreveu sobre o interesse que o filme despertou na moda e na decoração

"A versão de Tim Burton para o clássico de Lewis Carroll Alice no País das Maravilhas só estreia no Brasil em 21 de abril, mas a "alicemania" já toma conta das vitrines de moda e decoração. De baralho por doze reais a joias com preço de carro de luxo, é vasta a oferta de itens colecionáveis para os aficionados - quer pela obra do enigmático escritor inglês, quer pelo estilo soturno-romântico do cultuado cineasta americano."


Nem todo produto é "burtoniano" - e alguns nem são licenciados. Surgem bules românticos, móveis azuis como o vestido da menina, coelhos – todos tentando carona no sucesso do filme, que estreou nos Estados Unidos no dia 5 de março e manteve por três semanas o primeiro lugar nas bilheterias. Em quatro semanas, arrecadou 656,1 milhões de dólares.

"Quando li sobre o lançamento, percebi que já vendia produtos que tinham a ver com o tema. Pedi mais ideias a fornecedores e criei uma vitrine especial", conta Doris Sochaczewski, da Coisas da Doris, de São Paulo. São peças de 15 a dois mil reais, que ela pretende repor até maio.

Há reflexo nas vendas, garante Marcelo Graciano, do Mercado Mambembe, loja virtual de Minas Gerais. Ele já mantinha no site, desde setembro de 2009, objetos estampados com os personagens da história, em traços de xilogravura e ares de cordel. Entre fevereiro e março, percebeu um aumento de 30% nos pedidos de broches, bolsas, cadernos e camisetas da linha.

O mercado editorial também fatura com a "alicemania". A edição da Zahar para a obra lançada em 1865 apareceu em 9º lugar na lista de mais vendidos de VEJA de 24 de março e ficou em 11º na semana passada.

"Alice tem uma peculiaridade: um clássico da literatura aliado à estética de Tim Burton, o que permite fugir do apelo infantil", explica Andrea Salinas, diretora de marketing da Walt Disney Company Brasil. Exemplo disso são os anéis da H.Stern. Eles chegam a dez centímetros de altura e lembram o estilo do diretor. Para mulheres crescidas, bem entendido.


ALGUÉM AÍ JÁ VIU O FILME ?? O QUE VOCÊS ACHARAM ??

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Coisas da Alice

Fotos de cenários e objetos do filme da Alice, expostos na Festa de Tim Burton nos Estados Unidos.



vestido azul usado po Alice

trono da Rainha Vermelha

mais chá ?

do Chapeleiro maluco

sala dos espelhos

os vidrinhos e suas ordens


caindo pela Toca do Coelho


quinta-feira, 22 de abril de 2010

INTERVENÇÕES URBANAS

Coletivo Pague Leve - ARTISTAS ASSOCIADOS


Sesc de Madureira - Sábado . 24/4 - 10h às 14h - Grátis. Livre.

Artistas que usam a dança e o improviso como ferramenta de interação com o público, proporcionando um jogo divertido e inusitado. Em diferentes espaços da Unidade.


performance: quer comprar uma dança?


_sobre o Coletivo Pague Leve - artistas associados:

Formado por Italmar Vasconcellos, Marina Pachecco e Morena Paiva, o Coletivo Pague Leve – Artistas Associados busca, desde a sua criação, caminhos estéticos diferenciados, apropriando-se de múltiplas linguagens artísticas para construir reflexões acerca das relações de valor e mercado no meio artístico, e vem investigando, ao longo de sua trajetória, novos caminhos para a integração destas linguagens, desenvolvendo MÉTODOS ARTÍSTICOS INTERATIVOS que se inserem nos espaços culturais através de composições cênicas e intervenções inovadoras, sendo sempre ativa a interface com o público, que se torna AGENTE dos processos criativos e performáticos.

Mais informações: http://www.coletivopagueleve.blogspot.com/




Estarei lá, fotografando!

Gostei muito do que li sobre o Coletivo, a proposta deles é bem interessante. Espero sábado para me surpreender e fotografar tudo .

segunda-feira, 19 de abril de 2010

PRE-ESTREIA: Tudo Pode Dar Certo, o novo filme de Woody Allen‏

Boris Yellnikoff (Larry David) é um velho rabugento que tem o hábito de insultar seus alunos de xadrez. Ex-professor da Universidade de Columbia, ele considera ser o único capaz de compreender a insignificância das aspirações humanas e o caos do universo. Um dia, prestes a entrar em seu apartamento, Boris é abordado por Melodie St. Ann Celestine (Evan Rachel Wood), que lhe implora para entrar. Ele atende ao pedido, a contragosto. Percebendo sua fragilidade, Boris permite que ela fique no apartamento por alguns dias. Ela se instala e, com o passar do tempo, não aparenta ter planos de deixar o local. Até que um dia  lhe diz que está interessada nele.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Preciosa

"Toda folha de grama
tem seu anjo que se curva sobre ela
e sussurra: Cresce, cresce."
do livro: Preciosa (Sapphire)


Li sobre Preciosa e a poetisa Sapphire na crônica da Martha Medeiros "em memória de José Midlin". E o prólogo do livro, citado acima com destaque, me cativou. 

E esse trecho da crônica de Martha também:

"Tem um monte de gente preciosa por aí que a gente não enxerga, que não recebe de nós um incentivo. Tivemos a sorte de nascer em famílias que nos ofereceram uma certa estrutura, que nos possibilitou estudar e crescer - já nascemos arbustos. Poderíamos retribuir sendo, para as folhas de grama, o anjo que sussurra."




terça-feira, 13 de abril de 2010

A história por trás de uma fotografia



Serão comentados os trabalhos dos fotógrafos :
Alberto Korda (autor da foto do "Che" Guevara)
Bert Stern (fotógrafo de Marilyn Monroe).

segunda-feira, 12 de abril de 2010

PRECISO DIZER

CAOS

resume tudo que passamos aqui no Rio semana passada.
Foi horrível mesmo.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Voltando a falar de fotografia.

FOTÓGRAFOS: ROBERT CAPPA e HENRI CARTIER-BRESSON


O FOTÓGRAFO
de Manuel de Barros

Difícil fotografar o silêncio.
Entretanto tentei. Eu conto:
Madrugada a minha aldeia estava morta.
Não se ouvia um barulho, ninguém passava entre as casas.
Eu estava saindo de uma festa.
Eram quase quatro da manhã.
Ia o Silêncio pela rua carregando um bêbado.
Preparei minha máquina.
O silêncio era um carregador?
Estava carregando o bêbado.
Fotografei esse carregador.
Tive outras visões naquela madrugada.
Preparei minha máquina de novo.
Tinha um perfume de jasmim no beiral de um sobrado.
Fotografei o perfume.
Vi uma lesma pregada na existência mais do que na pedra.
Fotografei a existência dela.
Vi ainda um azul-perdão no olho de um mendigo.
Fotografei o perdão.
Olhei uma paisagem velha a desabar sobre uma casa.
Fotografei o sobre.
Por fim, eu enxerguei a Nuvem de calça.
Representou pra mim que ela andava na aldeia
de braços com Maiakovski - seu criador.
Fotografei a Nuvem de calça e o poeta.
Nenhum outro poeta no mundo faria roupa
mais justa para cobrir sua noiva.
A foto saiu legal.


FOTÓGRAFO: HENRI CARTIER-BRESSON