domingo, 30 de agosto de 2009

O que é nosso...

O que é nosso vem na nossa mão, não precisamos ficar correndo feito loucos, tendo atitudes precipitadas, que depois vamos nos arrepender.
Precisamos sossegar e confiar em Deus. E saber ouvir a resposta Dele ao que precisamos para viver. E seguir sem medo. Porque Deus nos dá todo o suporte que precisamos para enfrentar nossos dramas pessoais. Deus nos dá todo amor que precisamos.
Todo deserto tem seu propósito, o melhor é parar e ouvir e aprender de Deus.
Eu, no meu, tenho aprendido muito sobre mim, sobre Jesus, sobre Deus, sobre amigos verdadeiros e to vendo como sou ansiosa e precipitada e to me corrigindo nisso.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Adoro !!

Terei 04 dias de turista com uma amiga que vem do sul. Ficamos no MSN falando dos lugares, mostrando sites, fotos, notícias, planejando, sonhando ...

Pra não esquecer vou colocar aqui tudo que queremos ver, não importa que sejam apenas 04 dias e nem sabemos organizar tanta coisa pra ver e fazer.

. O Castelo da Ilha Fiscal
. Santa Teresa
. Lapa
. Praia de Ipanema
. Praia de Copacabana
. Arpoador
. Enseada de Botafogo
. Pão de Açúcar
. Corcovado
. Centro
. Confeitaria Colombo
. Baixo Gávea
. Jardim Botânico
. Feira dos Paraíbas
. Cidade do Samba
. Praia da Barra
. Praia do Recreio
. Prainha e Grumari

Será que conseguimos ???

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Ultimamente têm passado muitos anos




De Fernando para Clarice:

. Ainda é tempo de não ir, não tomar o avião, dizer que esqueci o principal, e o principal é ficar, ir para casa, ler um livro, conversar, dormir e esquecer.

. Nascer de novo cada dia e dizer: começo aqui; acordado, de pé, aqui estou. E começar de novo.

. Já ando meio cansado de ver minha vida... já ando meio cansado de ver minha vida. Quero ver a dos outros também.

. De certo modo, você me dispensa de escrever. Resta o consolo de pensar que se eu fosse capaz como você de dizer o indizível, eu teria a dizer certas coisas que você ainda vai dizer. Então me limito a esperar.


. Tudo mais são vidas.

De Clarice para Fernando:

. Estou em período agudo de precisar receber e não de escrever.

. A solidão de que sempre precisei é ao mesmo tempo inteiramente insuportável.

. Tem certas coisas que é melhor que a gente nunca tenha oportunidade de dizer, certas coisas que ficam fatais depois que se disse, e antes pelo menos era a vida de um modo geral, os divertimentos, o momento amargo antes de dormir, o almoço.

. Tive um verdadeiro cansaço em Paris de gente inteligente. Não se pode ir a um teatro sem precisar dizer se gostou ou não, e porque sim e porque não. Aprendi a dizer “não sei”, o que é um orgulho, uma defesa e um mau hábito porque termina-se mesmo não querendo pensar, além de não querendo dizer.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

O Curso do meu Sonho !


Jornalismo Cultural, Modo de Usar
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O curso detalha o trabalho por trás dos chamados Segundos Cadernos, começando pela própria história de seu surgimento, com o Caderno B do Jornal do Brasil, terminando com o que se espera de uma boa crítica de arte.
Aborda a formação do profissional da área, os públicos-alvo, as relações com as fontes, as liberdades do texto e a fronteira entre fato e opinião.
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Aula 1: O que se entende por jornalismo cultural?
A história peculiar dos cadernos de cultura no Brasil. Os seus grandes momentos: Caderno B, do Jornal do Brasil, nos anos 60; e a Ilustrada, da Folha de S. Paulo, nos anos 80. A tensão permanente entre "alta cultura" e "cultura de massa", educação e serviço ao leitor.
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Aula 2: Quais as credenciais necessárias ao repórter?
O perigo de deslumbramento na convivência com artistas. As sempre complicadas relações com as fontes, pessoais e corporativas. As especificidades dessa área. As tentativas de aliciamento mediante brindes e viagens. Reportagem não é (ainda) crítica.
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Aula 3: Como é o texto dos cadernos especializados?
A relativa liberdade e o espaço experimental, mesmo nos jornais mais sisudos. Entrevistas e perfis, os momentos privilegiados da profissão. Lições do New Journalism. O uso do humor. O troca-troca com a literatura. As questões de cada setor: cinema, música, artes etc.
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Aula 4: O que se espera de uma boa crítica?
Aceitação, não convencimento. Cinco passos que ajudam nesse trabalho. Crítica também é informação, não apenas opinião. As referências canônicas no setor. Os grandes críticos no jornalismo brasileiro. A dificuldade universal e a dificuldade nativa com a crítica.
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ARTHUR DAPIEVE é professor universitário, jornalista e escritor. Leciona Jornalismo no Departamento de Comunicação Social da PUC-Rio, assina uma coluna semanal no “Segundo Caderno” do jornal O Globo desde 1993. Tem sete livros publicados, entre eles BRock - O rock brasileiro dos anos 80 (1995), Renato Russo - O trovador solitário (2000) e o romance De cada amor tu herdarás só o cinismo (2004)
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A partir de 9 de setembro
Quartas-feiras das 19h às 21h30
Carga horária: 4 aulas
Custo: R$350 com opção de parcelamento em 2x (10% de desconto a vista)
Local: Grupo Estação - Rua Voluntários da Pátria, 53.
Botafogo, Rio de Janeiro

Interessa (?)

Se você quiser saber
Por que é que eu gosto dele
(Interessa?)
É que ele é meu benzinho
E me trata com carinho
Faz vontade pra mamãe.
De manhã me dá um beijo
Quando sai pra trabalhar
Adivinha o meu desejo
Traz docinhos pro jantar.
Quem é que não desejava
Ter um maridinho assim?
A sorte não é pra todas
Talvez seja só pra mim.
(Interessa?)

[Roberta Sá]