Mostrando postagens com marcador livros. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador livros. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Livro | 75 parisienses

O estilo de vida em Paris fascina a todos com seus charmosos cafés, grandes boulevards e clima digno de romance. A cidade luz lança moda, esbanja atitude e é um grande celeiro cultural. Mas afinal, o que fazem as parisienses? O fotógrafo Baudouin resolveu mostrar seu olhar nada óbvio sobre as moradoras da cidade e o que as torna tão originais.
Foram seis anos de planejamento e mais de 250 sessões para que Baudoin selecionasse as 75 fotos que compõem o livro “75 Parisiennes”. As imagens representam a cultura, atitude e estilo de vida de diferentes gerações. Nada de poses tradicionais e pontos turísticos, o fotógrafo propõe lugares inusitados onde as girls posam cheias de caras e bocas, com muitas cores e personalidade.
É interessante notar ao mesmo tempo a semelhança e a diversidade apresentada pelas meninas. Para o fotógrafo “O apartamento é tão importante quanto a modelo”.









http://www.baudouin.fr/
http://www.leonparis.com/home
http://www.toli.com.br/soumaistoli/post/75-parisiennes-o-estilo-e-o-lar-das-parisienses/903
http://www.toryburch.com/blog-post/blog-post,default,pg.html?bpid=71316



quinta-feira, 21 de março de 2013

Resenhas de livros de fotografia



Descobri um site muito bom com resenhas e dicas de livros sobre fotografia.



Segundo a editora do site, a estudante de jornalismo Cynthia Badlhuk, a ideia nasceu com Altair Hoppe, diretor da iPhoto Editora - selo que produz livros, DVDs e eventos de fotografia - e autor da série de livros best-seller "Adobe Photoshop para Fotógrafos, Designers e Operadores Digitais".

"Como trabalhamos na área da fotografia, justamente com livros de fotografia, sentimos que existe um nicho de mercado, porque até hoje não existia um site que indicasse livros especificamente de fotografia. Como somos uma editora, percebemos a falta que existe de alguém que fale de qualquer livro sem tomar um partido e decidimos que iriamos fazer isso, ser uma fonte de conhecimento para que os fotógrafos possam buscar em um site, dicas de leitura." - conta Badlhuk.

Além de ler as resenhas publicadas no site, os leitores interessados podem também acessar links de onde comprar os livros. Para quem já leu, é possível dar suas notas e utilizar o espaço de comentários para deixar suas próprias opiniões.

_fonte: http://www.resumofotografico.com/

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Livro: "O Olho do Fotógrafo"




Primeiro livro de uma trilogia, "O Olho do Fotógrafo" de Michael Freeman, publicado pela Bookman, traduz para a fotografia algumas questões da percepção visual através dos princípios do design, da composição e também da experiência com a técnica fotográfica. Elementos importantes para obter resultados visuais mais interessantes. Alguém já parou para pensar porque designers costumam ser bons fotógrafos?

Ao contrário da maioria das publicações que tendem a se concentrar nas relações técnicas da fotografia, o livro aborda duas questões que considero fundamentais para uma boa foto: o comportamento do fotógrafo e a disposição dos elementos do quadro na composição. Ambos muitas vezes ignorados ou negligenciados durante o estudo da fotografia.
Embora o subtítulo possa parecer um tanto quanto pragmático ao sugerir um caminho para a criação de "fotografias digitais incríveis", o livro apresenta através de uma narrativa descomplicada, metodologias que nos auxiliam a perceber e lidar com a imagem, proporcionando bases sólidas para a compreensão antecipada do que pode ou não ser mais atraente visualmente na construção de uma fotografia.

Ilustrando seus exemplos com trabalhos fotográficos reais, Freeman mostra a importância de se interiorizar alguns conceitos da composição durante o registro de assuntos ativos, que exigem do fotógrafo tomar decisões em pouco tempo. Em resumo, uma ótima referência para quem quer dar um passo adiante na construção fotográfica, indo além da técnica.

_por Cid Costa Neto 

terça-feira, 29 de maio de 2012

Receitas Papel Manteiga




OVOS MEXIDOS COM COGUMELO

6 ovos
um grande punhado de cogumelos
1 colher de sopa de manteiga
6 colheres de chá de leite
pimenta do reino a gosto
4 pitadas de sal
Aqueça uma frigideira e derreta nela a manteiga. Limpe, pique
e cozinhe os cogumelos na manteiga aquecida. Em uma tigela,
bata os ovos com o leite e o sal. Quando os cogumelos secarem,
derrame os ovos na panela, deixe um pouquinho e comece a mexer, formando mini-pedaços de ovos. Finalize com pitadas de pimenta do reino e sirva com torradas.

_do livro: papel manteiga, para guardar segredos [da Tatiana e Larissa]

****

Trecho do Livro:Bisa,

   Enlouqueço devagar nesta cozinha. Converso com as panelas e peço conselhos sentimentais ao manjericão, sendo que somente a hortelã deve entender destas coisas, afinal, há muito que é usada para perfumar hálitos.
   O moço que me levou ao cais tem apercido como fantasma. Me ajuda a carregar a lenha e some. Destranca a janela grande do restaurante, sorri e some de novo, diante dos meus olhos. tenho dúvidas sinceras se ele é uma alucinação ou uma verdade inventada que é, afinal, a mesma coisa. Ouço barulhos, risos e o cheiro de maresia entra pela porta, enovelando os cabelos e causando reações até em Senhorita Virgínia, que por sinal anda meio torta para o lado esquerdo estes dias.
   Inspirada em uma não-existência que me faz feliz, mal percebo e aprendo a ver e sentir sozinha. Já entendo quando os molhos pedem temperos, ouso vôos, cheiro azeites, choro com gosto picando a cebola. Comemoro os progressos sozinha, em brindes às escondidas com o vinho do Porto. Como a senhora fazia quando terminava um poema, lembra? Um brinde ao que passou, porque o que vem é melhor. Sua frase favorita me sai de repente e aconchega. Uso-a como se fosse minha. Talvez seja. Nossos olhos são os mesmos, deve ter mais coisas que também são. O gosto pelo agridoce e a capacidade de incendiar de risos um espaço com gentes, certamente. E embora eu saiba que possuir esse dom tem preço amargo, não reclamo. Uma certa melancolia é até bom pra cozinhar.

Antonia.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Papel Manteiga, para embrulhar segredos



Este Papel-manteiga não forra as fôrmas, sequer se deixa descansar nele a cobertura do bombom. Este papiro é compatível com a língua, a física e a falada, pode-se embrulhar nele sabores factíveis e ficcionais. Livros que receitam são tão íntimos quanto o amor.
Receitas são letras e não o bolo em si, a bandeja. Porque palavras se transformam em bolo se você quiser. Eis um romance permeado por receitas até para quem não tem fogão. Cozinhe e faça a sesta, uma vez que as cartas/capítulos deste romance levam o leitor ao sombreiro que a boa literatura traz aos bons de prato.
Ingredientes unidos por Tatiana Damberg, em alquímica sabedoria, encontram seu cozimento nas graças de Cristiane Lisbôa, que faz literatura até com miolo de pão. A forma como se escolhe ingredientes, como se perfuma as panelas e se deixa cozer as carnes foi, é, e sempre será misteriosa para quem a faz, imagine para quem a lê. Tem em mãos um romance epistolar, receitas solares e madrigais. Alcance uma poltrona e dispense o guardanapo. Ninguém está olhando.


_por : Andréa del Fuego


_ no site: memoriavisual.com.br


[estive com esse livro em mãos na feira nacional do livro infanto-juvenil e adorei. não comprei. arrependimento. agora quero ele.]

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Guia Gastronômico de Comida Carioca



A segunda edição do Guia Carioca da Gastronomia de Rua está recebendo indicações de ambulantes para fazer parte da galeria dos melhores da cidade.


Esta é a primeira fase  da pesquisa, onde todo tipo de dica pode ser uma pista valiosa para desencavar os talentos culinários. Pontos na Zona Norte e Oeste são os de prioridade, pois a ideia é  valorizar cada esquina do Rio.


As informações devem ser detalhadas com foto, texto, história do ambulante, detalhe da comida e localização. Mas, a equipe avisa que, se não tiver todas essas informações, e o ambulante for bom, vale a sugestão.


Na segunda fase, os locais serão visitados e começa a seleção, feita por um júri, para avaliar os que valem a visita, seja qual for o bairro.


As indicações podem ser enviadas para o e-mail gastronomiaderua@gmail.com ou acesse o blog para mais informações.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Novo livro do Gabriel Garcia Marquez


Gabriel Garcia Márquez, escritor colombiano apresenta seu último livro intitulado Eu Não Vim Fazer Um Discurso (Yo No Vengo A Decir Un Discurso).
Reunião de discursos escritos por García Márquez durante praticamente toda a sua vida desde os 17 anos, para se despedir de seus colegas de colégio, até o discurso do dia do seu aniversário de 80 anos.
Os textos, sobre os mais variados assuntos, nos ajudam a compreender a vida do autor e revelam suas obsessões como escritor e cidadão: a fervorosa paixão pela literatura, o amor pelo jornalismo, as propostas para simplificar a gramática e as lembranças de amigos queridos como Júlio Cortázar e Álvaro Mutis.
O livro é uma seleção de 22 textos de autoria de Garcia Márquez, em sua maioria inédita, que discorrem sobre assuntos de interesse do autor. São, na realidade, uma amostra extraordinária dos discursos do autor ganhador do Prêmio Nobel de Literatura que odeia fazer discursos.
Gabriel García Márquez é ganhador do Prêmio Nobel de Literatura e um dos escritores vivos mais importantes do mundo. É autor de Cem anos de solidão, O amor nos tempos do cólera, Doze contos peregrinos, entre outros clássicos.

Ano lançamento: 2011
Edição: 1
Número de páginas: 128

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

CLARICE LISPECTOR, UMA APRENDIZAGEM



Clarice Lispector é tema de curso no Instituto Moreira Salles do Rio de Janeiro

Aulas serão ministradas por Benjamin Moser, Vilma Arêas, Nádia Gotlib e Carlos Mendes de Sousa 
 
O Instituto Moreira Salles do Rio de Janeiro realiza o curso Clarice Lispector, uma aprendizagem. Serão quatro aulas (dias 28/02, 01, 06 e 08/03), terças e quintas, sempre às 19h. O curso será ministrado por nomes que são referência no estudo da obra da escritora: Vilma Arêas, Nádia Gotlib, Benjamin Moser e Carlos Mendes de Sousa. As inscrições começam nesta terça-feira (07/02) e poderão ser feitas somente na recepção do IMS-RJ. O valor do curso é de R$ 120 (inteira) e R$ 60 (meia). 50 vagas.

Veja a programação completa:

- 28/02 (terça-feira), às 19h: Vida depois da vida, aula com Benjamin Moser

Após ter escrito uma biografia de Clarice Lispector, Benjamin Moser percebeu que, apesar de suas quase 700 páginas, ela não estava completa, porque parara no momento da morte de Clarice, em 1977. Desde que morreu, Clarice tem vivido outra vida, a vida lendária e mítica, que quase daria outras 700 páginas. A aula será um estudo sobre essa vida pós-morte.

Sobre Benjamin Moser: o escritor norte-americano é autor de Clarice (Cosac Naify, 2009), a mais completa biografia de Clarice Lispector. O livro, editado no mesmo ano pela Oxford University Press com o título Why This World: A Biography of Clarice Lispector, foi recebido com entusiasmo pela imprensa estrangeira, como o jornal The New York Times e a revista The Economist. Graduado em história, é colunista da Harper’s Magazine e colaborador do The New York Review of Books.

- 01/03 (quinta-feira), às 19h: Considerações ao redor de um livro fraturado, aula com Vilma Arêas

A aula será uma discussão da poesia/prosa de Clarice Lispector, baseando-se principalmente na leitura do conto “A mensagem”, de A legião estrangeira, publicado em 1964. A compreensão do conto exige a leitura de textos de “Fundo de gaveta”, segunda parte do livro, que, a partir de 1978, passou a ser publicada separadamente com o título Para não esquecer. Os desdobramentos dessa opção editorial também serão objeto de avaliação.

Sobre Vilma Áreas: professora titular de literatura brasileira na Unicamp, é autora de Clarice Lispector com a ponta dos dedos (2005), premiado pela Associação Paulista de Críticos de Arte. Publicou, entre outros, Aos trancos e relâmpagos (literatura infantil, 1988) e A terceira perna (contos, 1992), que mereceram o prêmio Jabuti. Em 2002, Trouxa frouxa (contos) recebeu o prêmio Alejandro José Cabassa (44º aniversário da União Brasileira de Escritores).

- 06/03 (terça-feira), às 19h: Estratégias narrativas, aula com Nádia Gotlib

A que fatores atribuir o caráter inovador da literatura de Clarice? A aula vai se deter em alguns desses fatores ao examinar como a escritora se vale de procedimentos narrativos tradicionais para justamente desmontar tais procedimentos, numa atitude eminentemente crítica. Fotos de Clarice serão exibidas e analisadas para se verificar como detalhes dessa proposta de simultânea construção/desconstrução podem ser observados também no campo visual da fotografia.

Sobre Nádia Gotlib: professora livre-docente de literatura brasileira e estudos comparados
de literaturas de língua portuguesa na USP, é autora do pioneiro Clarice: uma vida que se conta (1995) e de Clarice — Fotobiografia (2008). Publicou diversos títulos, entre eles Tarsila do Amaral, a modernista (1998), Teoria do conto (1985), e organizou com Walnice Nogueira Galvão Prezado senhor, prezada senhora: estudos sobre cartas (2000). Suas pesquisas estão voltadas sobretudo para o estudo de arquivos pessoais, diários, epistolografia e autobiografia.

- 08/03 (quinta-feira), às 19h: Ler e reler Clarice, aula com Carlos Mendes de Sousa

Em uma entrevista, Clarice afirmou: “Parece que eu ganho na releitura”. Na aula, Mendes de Souza falará sobre sua experiência enquanto leitor de Clarice e mostrará como todo o regresso à sua obra comporta a possibilidade de uma renovação de interpretação. O escritor também abordará a dimensão visual da obra de Clarice.

Carlos Mendes de Sousa: português, tem se dedicado especialmente ao estudo da literatura brasileira. É autor de Clarice Lispector — Figuras da escrita (2000), que recebeu o Grande Prêmio de Ensaio da Associação Portuguesa de Escritores. Destacam-se ainda os seus ensaios sobre poesia portuguesa moderna e contemporânea, de Cesário Verde a Eugénio de Andrade, Sophia de Mello Breyner Andresen ou Luís Miguel Nava. É codiretor da revista de poesia Relâmpago. Leciona na Universidade do Minho, em Portugal.

Clarice Lispector no IMS:

Desde 2004, a Reserva Técnica Literária do Instituto Moreira Salles guarda, entre outros, o Acervo Clarice Lispector, do qual fazem parte uma biblioteca de cerca de mil livros; manuscritos dos romances A hora da estrela, de 1977, e Um sopro de vida, de 1978; datiloscrito encadernado de A bela e a fera, de 1979; e dois quadros pintados pela autora. Grande parte do acervo já foi catalogada e está disponível para pesquisadores. No mesmo ano em que passou a abrigar o Acervo Clarice Lispector, o IMS homenageou-a com a edição de um volume duplo (n. 17 e 18) da série Cadernos de Literatura Brasileira. Além de cronologia da vida e da obra da autora, elaborada por Nádia Gotlib e pela equipe do IMS, o volume reproduz os manuscritos de A hora da estrela e traz ensaios assinados por Carlos Mendes de Sousa, Silviano Santiago, Vilma Arêas, Berta Waldman, Yudith Rosenbaum, Olga de Sá e Benedito Nunes. Em setembro de 2009, o IMS realizou, em sua sede no Rio de Janeiro, em parceria com o Arquivo-Museu de Literatura Brasileira da Fundação Casa de Rui Barbosa, a exposição Clarice pintora. Com curadoria de Liliana Giusti Serra, foram mostrados ao público 16 quadros da escritora. No ano seguinte, o curso Cidades por escrito, também no IMS-RJ, reservou uma de suas seis aulas para Brasília, retratada de modo excepcional por Clarice em duas crônicas, publicadas no Jornal do Brasil e posteriormente recolhidas em A descoberta do mundo, de 1984. O responsável pela aula foi o crítico português Carlos Mendes de Sousa. Em dezembro de 2011, integrando-se à Hora de Clarice, comemoração do aniversário de nascimento da escritora, o IMS-RJ promoveu conferência de José Miguel Wisnik, professor de literatura da USP. O curso Clarice Lispector, uma aprendizagem é, portanto, parte de um trabalho que há muito vem se desenvolvendo cuidadosamente em torno da obra da escritora.


Curso Clarice Lispector, uma aprendizagem:
28/02 (terça-feira), 19h – aula de Benjamin Moser
01/03 (quinta-feira), 19h – aula de Vilma Arêas
06/03 (terça-feira), 19h – aula de Nádia Gotlib
08/03 (quinta-feira), 19h – aula de Carlos Mendes de Sousa

Sala de cursos do IMS-RJ – 50 lugares
Inscrições somente na recepção do IMS-RJ a partir do dia 7/02
Valores: R$ 120 (inteira) e R$ 60 (meia)

Instituto Moreira Salles – Rio de Janeiro
Rua Marquês de São Vicente, 476, Gávea
Tel.: (21) 3284-7400/ (21) 3206-2500

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

LIVROS E FILMES DE 2012


Bom, continuo com a mesma meta do ano passado: comprar 1 livro por mês, pelo menos. Mesmo que não seja lido no momento, depois será.

Estes são os livros comprados em 2012:

JANEIRO
1. Chatô - o rei do Brasil (Fernando Morais)
2. Maria dos prazeres (livro infantil do Gabriel Garcia Marquez com ilustrações da Carmen Sole Vendell)
3. História de dois amores (livro infantil do Drummond com ilustrações do Ziraldo)






FEVEREIRO

1. Minha vida na França (Julia Child, do lindo filme Julie&Julia. Ontem vi o filme, novamente, a primeira vez fui sozinha num cinema de rua no Leblon, em 2009. E ontem mesmo durante o dia de festa na casa da minha mãe - comemorando níver dela ontem - consegui um tempo de paz e vi o filme novamente na HBO. E hoje, como de costume, passei na banca-sebo do Largo da Carioca e lá estava, a 10 reais! o livro que Julia Child escreveu aos 92 anos e que inspirou a outra Julie, em seu blog, livro e filme. Já voltei pra casa lendo. Julia e a Julie me inspiram.).





Estes são os que quero comprar:
bonequinha de luxo
textos do caribe 1
textos do caribe 2
entre amigos
conversas com almodóvar
comer rezar amar (ganhei de aniversário da amiga Sarah)
clarice na cabeceira - contos
clarice na cabeceira - crônicas
maçã no escuro
a legião estrangeira
perto do coração selvagem
1808
1822
o anjo pornográfico - vida de nelson rodrigues
se eu fechar os olhos agora
noites tropicais
julie&julia
um livro por dia – Minha temporada parisiense na Shakespeare and a Company
eu não vim fazer um discurso

**************************************

FILMES:


missão marinha de casamento
up - altas aventuras
romance no parque
uma noite em 67
julie & julia
pode crer!
em seu lugar
dom
driver
burlesque
o discurso do rei
charlote gray - amor sem fronteiras
500 dias com ela
o sabor de uma paixão
vicky cristina barcelona
reina sobre mim
um olha do paraíso
gigantes de aço







quarta-feira, 5 de outubro de 2011

LIVRO | 1968 O ANO QUE NÃO TERMINOU

O LIVRO DAS MINHAS FÉRIAS (comprado ontem, num sebo da Praça Tiradentes)

o meu é velhinho assim, e ainda mais, por ser da 1ª edição.



Sobre o livro:

Reconstruir os rumos que mudariam a história daquele ano, e conseqüentemente as trajetórias políticas e culturais do país, foi o primoroso relato do jornalista Zuenir Ventura, na obra 1968 – O ANO QUE NÃO TERMINOU: A AVENTURA DE UMA GERAÇÃO (Editora Nova Fronteira, 1988, 314 páginas). Testemunha das movimentações daquele período, Zuenir, vinte anos depois, faz uma análise riquíssima sobre o início dos anos de chumbo. Misturando entrevista com os envolvidos, documentos, até então, inéditos e suas memórias – além de um estilo literário desprendido de mágoas das vivências que sofrera quando preso -, o autor remonta um enorme quebra-cabeça de fatos que mudariam vidas e o destino da nação.
O ano em questão, marcado pela rebeldia dos estudantes na Europa – o famoso Maio de 1968 -, teve reflexo na juventude carioca e paulista (e em outras capitais brasileiras). As crescentes manifestações estudantis e o apoio dos populares desencadearam vários processos para tentar legitimar o uso da força por parte dos militares. Quatro anos depois do golpe – que fora apoiado pelos meios de comunicação e opinião pública –, inúmeras falhas administrativas desgastavam a imagem perante os populares. Descontentes com os rumos que o golpe culminava, as revoltas populares, arquitetadas pelos movimentos estudantis, tomavam às ruas. Ao mesmo tempo, a “Revolução Armada” ganhava corpo e força entre os jovens rebeldes com o sistema. 

[texto na integra aqui:eduardohb.wordpress.com]


Zuenir Ventura
Nasceu em 1931 em Além Paraíba, Minas Gerais. Formado em letras neolatinas, é professor universitário e jornalista há quase quarenta anos. Atualmente é cronista da revista Época e do jornal O Globo. Em 1989 recebeu o prêmio Jabuti (categoria reportagem) pelo best-seller "1968 - O ano que não terminou". 

Obras publicadas: 
1968 - O ano que não terminou. Rio de Janeiro, 1988. 
Obras traduzidas no exterior: - Viva Rio. Itália, Feltrinelli, 1997. 
Inveja - Mal secreto. São Paulo, 1998.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Livros lidos em 2011

1. dewey - um gato entre livros
2. crônica de uma morte anunciada
3. memórias de minhas putas tristes
4. a bela e a fera
5. o reino entre nós
6. Bush 2: a missão e outras reflexões sobre o mundo globalizado
7. Flavio Damm: 25 inéditas
8. como gorvenar o mundo
9. manual de telejornalismo
10. o outono do patriarca
11. 1968 - o ano que não terminou


_mais revistas veja e veja rio...

sábado, 6 de agosto de 2011

LIVRO | O OUTONO DO PATRIARCA





Gabriel García Márquez já se referiu a "O Outono do Patriarca" como um poema sobre a solidão do poder. 

Primeiro romance depois de "Cem Anos de Solidão" (1967), esta obra, publicada em 1975, representa uma alegoria do autoritarismo na América Latina. Através dos delírios de um ditador quimérico, lendário, arqueológico, o autor erigiu outra de suas catedrais literárias. Há mais de um século no comando, o patriarca de García Márquez faz o tempo avançar e retroceder em monólogos que comportam diálogos, construídos com imagens que evocam a loucura e o lirismo, descentrando a história, a geografia, a linguagem. 

Assim "O Outono do Patriarca" traz a saga de um ditador com idade indefinida entre 107 e 232 anos, vagando num universo onde tudo conduz à lembrança do tempo acumulado. No palácio presidencial, onde pastam vacas, o patriarca é um solitário entre concubinas, perseguido por um apetite sexual senil, ouvindo harpas ao vento e a subida das marés, atrasando relógios e maquinando em um cenário em que galinhas errantes bicam móveis e cadáveres, a solidão precipita o terror e desfralda a superstição em um imenso bazar da mitologia sobre o poder no continente. 

As formigas mortais do último capítulo de "Cem Anos de Solidão" compõem uma epígrafe deste outono anunciado. São obras-primas, que se completam, se seguem, constituindo as fabulações insuperáveis. "O Outono do Patriarca" é um dos melhores momentos do gênio criativo do mestre do realismo mágico.

Ler esse livro é continuar, continuar, notar as leves mudanças da narrativa, de quem está falando, do passado e do presente e escutar os absurdos da maneira mais natural possível. Um dos livros q mais me surpreendeu nas primeiras páginas e não me decepcionou.

O curioso é que parece que o próprio texto guarda em si uma certa ascendência ditatorial sobre o leitor. É ele que conduz. É ele que decide o ritmo e a duração dos trechos da longa viagem. Atracar num ponto final que te permita respirar nem sempre é possível, não restando outra opção senão ser levado pela correnteza.


É um livro exigente, quem o decifra fica com o gosto de ter participado de uma intensa aventura literária.

_meu livro do momento//

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Mais do livro "A bela e a Fera ou a Ferida Grande Demais"



"O nascimento de uma ideia é precedido por uma longa gestação, por um processo inconsciente para o gestante"
 [história interrompida]
--...--

"Peguei numa folha de papel e enchi-a de alto a baixo: Eternidade, Vida, Mundo, Deus. Eternidade, Vida, Mundo, Deus... Essas palavras matavam o sentido de muitos de meus sentimentos e deixavam-me fria por umas semanas, tão minúscula eu me descobria"
 [história interrompida]
--...-- 

"Eu desconfio que a morte vem. Morte?
Será que uma vez os tão longos dias terminem?
Assim devaneio calma, quieta. Será que a morte é um blefe? Um truque da vida? É perseguição?
E assim é.
O dia começara às quatro da manhã, sempre acordara cedo, já encontrando na pequena copa a garrafa térmica cheia de café. Tomou uma xícara morna e lá ia deixá-la para Augusta lavar, quando se lembrou de que a velha Augusta pedira licença por um mês para ver seu filho.
Teve preguiça do longo dia que se seguiria: nenhum compromisso, nenhum dever, nem alegrias nem tristezas."
 [um dia a menos]
--...--

"Mas - mas era uma tarde de maio e o ar fresco era uma flor aberta com o seu perfume"
[a bela e a fera]
--...--

"Não se lembrava quando fora a última vez que estava sozinha consigo mesma. Talvez nunca"

--...--

"Esse momento era único - e ela teria durante a vida milhares de  momentos únicos"

--...--

"Pensamento é visão e compreensão"
--...--

"Não, a vida não era bonita"
--...--

"Não , o mundo não sussurrava. O mundo gri-ta-va!!!"

--...--

"Eu - eu estou brincando de viver. A vida não é isso."

--...--

terça-feira, 24 de maio de 2011

REvisitando o dia o2 de janeiro de 2o11

Sobre as resoluções para 2o11 que escrevi dia o2 de janeiro. Consegui fazer várias propostas e fico feliz comigo mesma. Os livros estão sendo comprados, as vezes mais de um por mês, com exceção de fevereiro, quando ganhei 02 livros, dados pelos prórpios autores, dei-me por satisfeita. A toalha de mesa quadriculada comprei o tecido e preciso fazer bainha, mas ela já está na minha mesa da sala e adoro vê-la. O jogo americano foi comprado pelo meu irmão na viagem dele a João Pessoa e combinou direitinho com as cores das cadeiras e das almofadas.

a toalha de mesa quadriculada.

o jogo americano, que combina com a sala.


*Livros comprados e lidos:
dewey - um gato entre livros
crônica de uma morte anunciada
memórias de minhas putas tristes
a bela e a fera
o outono do patriarca
1968 - o ano que não terminou


*O que ganhei dos autores:
Bush 2: a missão e outras reflexões sobre o mundo globalizado
Flavio Damm: 25 inéditas

* Outros livros que ganhei este ano:
como governar o mundo (da Rosa)
manual de telejornalismo (do Ricardinho)

*Os passeios já feitos:
Jardim Botânico , dois dias seguidos
Palaphyta Kitsch, no meu aniversário
Quinta da boa vista, com amiga Lú

Eu e Filipe no Palaphyta.


*Consegui equipar minha máquina com um flash SB 900 e uma lente Nikon 18-135. Tudo maravilhoso ! Acrescento na lista de compras mais duas maquinas, uma Sony hx1 para mim e uma Nikon 300 para trabalhar melhor. Além de uma lente mais luminosa.

domingo, 2 de janeiro de 2011

Enfim...[2]

as resoluções para 2o11:

¨ comprar pelo menos 1 livro por mês
alguns deles:
dewey - um gato entre livros
crônica de uma morte anunciada
memórias de minhas putas tristes
textos do caribe 1
textos do caribe 2
entre amigos
conversas com almodóvar
comer rezar amar
clarice na cabeceira - contos
clarice na cabeceira - crônicas
maçã no escuro
a bela e a fera
a legião estrangeira
perto do coração selvagem
1808
1822
chatô - o rei do brasil
o anjo pornográfico - vida de nelson rodrigues
se eu fechar os olhos agora
noites tropicais
Um livro por dia – Minha temporada parisiense na Shakespeare and a Company


  
      




¨ passear mais
café da manhã na confeitaria colombo do forte de copacabana (troquei café da manhã por almoço. Filipe e eu comemos massas)
jardim botânico
almoçar na quinta da boa vista

palaphyta kitsch
bistrô aconchego
caminhos clariceanos
santa teresa





¨ comprar
toalhas de mesa - 1,5 x 2,0 [quadriculada]
toalhas de mesa - tecido de xita
jogo americano [meu irmão comprou]
espelho para o hall [minha mae me deu]
saleiro de mesa
mesinha de cabeceira estilo provence

mais molduras para minhas fotos

                        


 



¨ equipar a minha máquina





















¨ festas
adeus ano velho. feliz ano novo (que foi adiada pq fiquei doente.// Fizemos dia 09 de dezembro de 2011)
café da amelie poulain
le petit prince
pop corn (cinema)
a festa é sua (pizzas)
eu tenho os melóres amigos